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sexta-feira, dezembro 28

Au revoir petite ville *

* ou como a saudade já se instalou e levou a reanimar por instantes algo que dava como morto.

quinta-feira, novembro 8

A inspiração


Numa altura em que ando envolto numa cruzilhada de inspirações e desejos, qual seguir, a qual dedicar-me, como dedicar-me, o desvanecimento de umas, o desabrochar de outras, tarari, tarará, encontrei ao acaso este webisódio da autoria de David Fonseca. Para além de alguns pontos em comum entre este vídeo e o meu estado de espírito actual, a maior coincidência de todas é a de estar neste preciso momento a postar um PP - post preguiçoso. Mais palavras para quê?

segunda-feira, novembro 5

...

Um pouco ao estilo do Post Secret e falando muito a sério (porque o triste assunto assim o exige), com milhões de quilómetros percorridos dentro de um autocarro, várias vezes ao mês e há mais de 9 anos, sempre pensei que algo assim poderia me acontecer. Foda-se.

Love at first sound

And it's on its way ;)
(click image to enlarge)

sexta-feira, outubro 26

Mochila às costas

Porra, que um gajo tem de começar a levar uma mochila para trazer o Público para casa às sextas-feiras.

segunda-feira, outubro 22

Arrggh

Erro por redundância cíclica

É provavelmente a pior frase que se pode pôr à frente de um gajo, quando se tenta copiar para o novo disco externo o único back-up de ficheiros que se tem, feito num dvd merdoso. Porra.

sexta-feira, outubro 19

Envolto em silêncio...

... tenho saudades de surfar às duas da madrugada. Just me, my laptop & the world. Real life sucks.

terça-feira, outubro 9

Mind games

Há amigos que não me conhecem tão bem como a Amazon me conhece. Loja manhosa. Sempre a provocar tentações em momentos de aperto.

segunda-feira, agosto 20

Férias prooooolongadas

Às tantas dão-me as saudades e sinto vontade de postar. Vezes há que não tenho vontade nenhuma. Hoje deu-se-me para os dois lados. Então cá estou eu a postar que não me apetece postar. Lol.

Cá para mim, " the times, they are a changin' ".

sexta-feira, julho 13

Mute

Os últimos dias de ausência têm sido fruto de preguiça. Os próximos serão fruto de férias. Voltarei refreshed e com novo programa do Plutão Anão. Enquanto isso, siga a silly season.

Time to rest. See you later, innovator ;)

sexta-feira, junho 29

Bebé a bordo, não disparem

A existência do hábito comum que é o de se colar um autocolante num automóvel que leva um bebé a bordo, como que pedindo para que os condutores tenham mais cuidado com aquele automóvel pelo facto de levar lá uma criança, é de uma morbidez brutal e demonstra quão enraizada está na nossa sociedade a violência na estrada. Tipo, filme de acção onde o hábito de balear pessoas fosse banal: não disparem! Sou inocente!

quarta-feira, junho 27

I miss Saturday Mornings

Isto sim, eram desenhos animados.


Claro que ainda falta o Banana Man, os Smurfs, Fraggle Rock, os Thunder Cats, os Care Bears, My Little Pony, As Aventuras do Bocas, o Speedy Gonzales e os M.A.S.K., entre outros.

sexta-feira, junho 22

Novas eras, novos hábitos

Com a implementação da Internet na vida da pessoas, o Pen Pal deu lugar ao PayPal.

segunda-feira, junho 18

Toy Soldier

Ganhei e perdi batalhas. Venci e perdi guerras. Conquistei montes e vales, aldeias e cidades. Derrubei ditadores e libertei presos. Comandei cavalarias, infantarias e afins. Usei granadas, basucas, espingardas e metralhadoras. Levei tiros, parti pernas, braços e cabeças. Construí bunkers e fortalezas, reinando a meu belo prazer. E fiz isto tudo sem derramar uma única gota de sangue. A guerra na vida real deveria ser assim, resumido a uma guerra de soldados-brinquedos ou um jogo de Risco, deitados pela alcatifa de uma qualquer sala ou à volta de uma qualquer mesa.

War, what is it good for? Absolutley nothing.

quinta-feira, junho 14

Tell me what you eat, I'll tell you who you are

Ir ao supermercado não é propriamente estimulante. Exceptuando se tivermos com fome e a carteira cheia. Mas como esse não é o meu caso, tento abstrair-me ao máximo da confusão e stress, de modo a passar o tempo de uma forma menos entediada. Como? Voyeurismo. Se há coisa que curto enquanto despejo o carro das compras para o tapete rolante, é observar os alimentos que determinada pessoa vai adquirir e imaginar toda a envolvência social e psicológica da pessoa. Ver um jogador de futebol, por exemplo, a levar para casa paletes de salsichas, carnes vermelhas e gelados é algo que apenas momentos como estes nos proporcionam. Mas pensando bem, bastaria tomar atenção à forma como Marcel jogava no Benfica e no Braga para conseguir o imaginar. Seja como for, é bem melhor do que estar a descobrir se existem novos sabores de pastilhas ou se vem na capa da Nova Gente a Merche Romero e o seu novo namorado.

segunda-feira, junho 11

Writer's block

Preciso de uns dias de folga. I'll be kick-starting my head once again, pretty soon.
Banda sonora deste estado de espírito: Dead Combo - Quando a Alma não é pequena, vol. II

segunda-feira, junho 4

Lost Highway

Conduzindo pela autoestrada acima, ouvindo o plutão anão em plenas ondas da rádio, foi um momento pessoal especial para mim. Não é nada de extraordinário, mas para quem me conhece desde puto, bem sabe as horas que passei à frente de um gravador de cassetes, debitando programas de rádio atrás de programas de rádio... lol. E finalmente, duas dezenas de anos depois, eis que eles chegaram mais longe do que as paredes do meu quarto. Obrigado ao André pela oportunidade. Sou um lamechas. Eu sei.

sexta-feira, junho 1

A sina do antigamente não havia nada disso

Parece sina. Um gajo sai da escola primária e uns tempos depois constroem campos de futebol com balizas e tabelas de basket. Depois de sair do liceu, reconstroem o pavilhão gimnodesportivo. Eis que agora, depois de deixar de ser estudante, decidem oferecer portáteis ao preço da chuva e ligação à net com preços mais baratos para os estudantes. Talk about bad timing.

terça-feira, maio 29

Drave

Hoje [ontem] enquanto jantava e via o telejornal da SIC, dei de caras com uma reportagem comemorativa dos 100 anos do Escutismo (uma rubrica que passará a semana toda, a fazer fé no que informou Rodrigo Guedes de Carvalho). Não fosse um certo pormenor e eu provavelmente nem teria prestado grande atenção à reportagem. Mas esta captou-me especialmente a atenção pelo facto de ser baseado num local que tem um lugar muito especial para mim: Drave, a Base Nacional da IV Secção do C.N.E. Escutismo à parte, Drave é dos locais mais belos em que tive oportunidade de estar e viver. Sim, viver. Pois tive o privilégio de fazer de Drave a minha casa por vários dias, por altura do Rover 2001 - Actividade Nacional de Caminheiros, que foi precisamente a minha última actividade escutista. Em Drave, para além de muito suor e trabalho de reconstrução (foi nessa actividade que a reconstrução de Drave começou oficialmente), deixei para trás mais de uma década de vivências escutistas. De momentos bons e menos bons. De grande alegrias e algumas desilusões. Mas acima de tudo, deixei para trás a certeza de que apesar de actualmente não concordar com o modo de estar do movimento escutista, dada a sua colagem em demasia à Igreja Católica, e de não me rever no movimento de hoje em dia, decerto sei que por lá vivi valente e alegremente. Drave foi o culminar perfeito de muitos anos dedicado àquele modo de vida. Foi o meu canto do cisne. E a reportagem que hoje me passou à frente dos olhos foi capaz de me transportar novamente, mesmo que apenas por alguns momentos, a longas caminhadas, guitarradas, amizades e desamizades. Mas acima de tudo, foi capaz de me transportar novamente a um modo de viver que apesar de não fazer sentido para mim nos dias de hoje, fez sentido para mim na altura em que o vivi. Sei que não é possível reviver-se o que já passou, mas isso não tem de ser necessariamente sempre a verdade. Hoje [ontem] a reportagem da SIC conseguiu fazer com que voltasse a ser escuteiro durante alguns minutos novamente e que tivesse vontade de escrever sobre isso (algo que não previa fazer). Sem complexos.

segunda-feira, maio 28

Stack of newspapers

Quando vou a um quiosque, não compreendo porque insisto em não retirar o jornal de cima, preferindo um do meio, mesmo quando esse jornal de cima está em condições impecáveis.