Au revoir petite ville *
* ou como a saudade já se instalou e levou a reanimar por instantes algo que dava como morto.
Ric Jo's Blog
* ou como a saudade já se instalou e levou a reanimar por instantes algo que dava como morto.
Postado por Ric Jo 3 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
Postado por Ric Jo 5 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
Postado por Ric Jo 1 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
Porra, que um gajo tem de começar a levar uma mochila para trazer o Público para casa às sextas-feiras.
Postado por Ric Jo 0 | comentários
Etiquetas | Desvaneios, Meios Comunicação
Postado por Ric Jo 0 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
... tenho saudades de surfar às duas da madrugada. Just me, my laptop & the world. Real life sucks.
Postado por Ric Jo 0 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
Postado por Ric Jo 8 | comentários
Etiquetas | Blogs, Desvaneios
A existência do hábito comum que é o de se colar um autocolante num automóvel que leva um bebé a bordo, como que pedindo para que os condutores tenham mais cuidado com aquele automóvel pelo facto de levar lá uma criança, é de uma morbidez brutal e demonstra quão enraizada está na nossa sociedade a violência na estrada. Tipo, filme de acção onde o hábito de balear pessoas fosse banal: não disparem! Sou inocente!Postado por Ric Jo 3 | comentários
Etiquetas | Desvaneios, Portugal
Isto sim, eram desenhos animados.
Claro que ainda falta o Banana Man, os Smurfs, Fraggle Rock, os Thunder Cats, os Care Bears, My Little Pony, As Aventuras do Bocas, o Speedy Gonzales e os M.A.S.K., entre outros.
Postado por Ric Jo 6 | comentários
Etiquetas | Desvaneios, TV, Vídeos
Ganhei e perdi batalhas. Venci e perdi guerras. Conquistei montes e vales, aldeias e cidades. Derrubei ditadores e libertei presos. Comandei cavalarias, infantarias e afins. Usei granadas, basucas, espingardas e metralhadoras. Levei tiros, parti pernas, braços e cabeças. Construí bunkers e fortalezas, reinando a meu belo prazer. E fiz isto tudo sem derramar uma única gota de sangue. A guerra na vida real deveria ser assim, resumido a uma guerra de soldados-brinquedos ou um jogo de Risco, deitados pela alcatifa de uma qualquer sala ou à volta de uma qualquer mesa.Postado por Ric Jo 4 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
Postado por Ric Jo 2 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
Conduzindo pela autoestrada acima, ouvindo o plutão anão em plenas ondas da rádio, foi um momento pessoal especial para mim. Não é nada de extraordinário, mas para quem me conhece desde puto, bem sabe as horas que passei à frente de um gravador de cassetes, debitando programas de rádio atrás de programas de rádio... lol. E finalmente, duas dezenas de anos depois, eis que eles chegaram mais longe do que as paredes do meu quarto. Obrigado ao André pela oportunidade. Sou um lamechas. Eu sei.Postado por Ric Jo 6 | comentários
Etiquetas | Desvaneios, Plutão Anão
Parece sina. Um gajo sai da escola primária e uns tempos depois constroem campos de futebol com balizas e tabelas de basket. Depois de sair do liceu, reconstroem o pavilhão gimnodesportivo. Eis que agora, depois de deixar de ser estudante, decidem oferecer portáteis ao preço da chuva e ligação à net com preços mais baratos para os estudantes. Talk about bad timing.Postado por Ric Jo 4 | comentários
Etiquetas | Desvaneios
Hoje [ontem] enquanto jantava e via o telejornal da SIC, dei de caras com uma reportagem comemorativa dos 100 anos do Escutismo (uma rubrica que passará a semana toda, a fazer fé no que informou Rodrigo Guedes de Carvalho). Não fosse um certo pormenor e eu provavelmente nem teria prestado grande atenção à reportagem. Mas esta captou-me especialmente a atenção pelo facto de ser baseado num local que tem um lugar muito especial para mim: Drave, a Base Nacional da IV Secção do C.N.E. Escutismo à parte, Drave é dos locais mais belos em que tive oportunidade de estar e viver. Sim, viver. Pois tive o privilégio de fazer de Drave a minha casa por vários dias, por altura do Rover 2001 - Actividade Nacional de Caminheiros, que foi precisamente a minha última actividade escutista. Em Drave, para além de muito suor e trabalho de reconstrução (foi nessa actividade que a reconstrução de Drave começou oficialmente), deixei para trás mais de uma década de vivências escutistas. De momentos bons e menos bons. De grande alegrias e algumas desilusões. Mas acima de tudo, deixei para trás a certeza de que apesar de actualmente não concordar com o modo de estar do movimento escutista, dada a sua colagem em demasia à Igreja Católica, e de não me rever no movimento de hoje em dia, decerto sei que por lá vivi valente e alegremente. Drave foi o culminar perfeito de muitos anos dedicado àquele modo de vida. Foi o meu canto do cisne. E a reportagem que hoje me passou à frente dos olhos foi capaz de me transportar novamente, mesmo que apenas por alguns momentos, a longas caminhadas, guitarradas, amizades e desamizades. Mas acima de tudo, foi capaz de me transportar novamente a um modo de viver que apesar de não fazer sentido para mim nos dias de hoje, fez sentido para mim na altura em que o vivi. Sei que não é possível reviver-se o que já passou, mas isso não tem de ser necessariamente sempre a verdade. Hoje [ontem] a reportagem da SIC conseguiu fazer com que voltasse a ser escuteiro durante alguns minutos novamente e que tivesse vontade de escrever sobre isso (algo que não previa fazer). Sem complexos.Postado por Ric Jo 8 | comentários
Etiquetas | Desvaneios